As vezes o que eu olho não é o que vêem as outras pessoas.
Foi-se um tempo em que você era admirado por ser você ou por só gostarem de você. Esqueça, isso ficou na sua adolescência onde tudo, inclusive você para seus colegas e amigos, era novidade. A novidade da época era a do momento onde todos estavam no mesmo barco com os mesmo conflitos existenciais e com as mesmas dificuldades e por fim, era o tempo em que se anda em bandos. Pronto, já acabou, passou e a página virou. Ok, os encontros, as reuniões, são e serão sempre bem-vindas, agora, acreditar na continuidade e tentar refazer como era antes, acorde meu caro, isso será pura ilusão ou desespero de sua parte tão já crescidinha, porém, vivendo nesse abismo solitário que você se encontra e insiste em escondê-lo achando que só tu percebes... É normal toda essa fase de encontros, acontecimentos e grandes vivências. Elas servem para marcar mesmo pois, se assim não fosse, o que diria da sua adolescência?
O desconforto interno surge quando você, na atual idade que se encontra, depois de ter boas e ruins lembranças da sua tão saudosa adolescência, se olha, já barbado ou não e vê um nada. Um abismo debaixo do seu nariz, muitas dificuldades, medos que você não tinha começam a surgir... e por aí em diante. Parabéns você é um adulto. O dissabor maior ao meu ver é quando surge o soberbo(a). Aquele que você tanto estimou e continuou estimando e quando nota, foi esquecido. Ok, "As vezes eu lembro de você e te telefono (pra mostrar que me lembro de você e não te abandonei por você não ter se tornado ninguém melhor que eu na vida)". Experimente depois de adulto, teoricamente esquecido, se tornar alguém nessa vida. Você será procurado por todos que haviam te esquecido ou simplesmente deixaram de te dar créditos. Não, não foi porque não são mais seus amigos. Deve ser um pouco por estarem mal acostumados por só você os procurar e quando você cansa da devoção, é esquecido. Porque se você não apareceu mais, o problema é seu, afinal, quem sumiu foi você... eu não tenho a obrigação de te procurar... e nem eu de ter que ir te ver. Ok. Ficou assim então.
Foi-se um tempo em que você era admirado por ser você ou por só gostarem de você. Esqueça, isso ficou na sua adolescência onde tudo, inclusive você para seus colegas e amigos, era novidade. A novidade da época era a do momento onde todos estavam no mesmo barco com os mesmo conflitos existenciais e com as mesmas dificuldades e por fim, era o tempo em que se anda em bandos. Pronto, já acabou, passou e a página virou. Ok, os encontros, as reuniões, são e serão sempre bem-vindas, agora, acreditar na continuidade e tentar refazer como era antes, acorde meu caro, isso será pura ilusão ou desespero de sua parte tão já crescidinha, porém, vivendo nesse abismo solitário que você se encontra e insiste em escondê-lo achando que só tu percebes... É normal toda essa fase de encontros, acontecimentos e grandes vivências. Elas servem para marcar mesmo pois, se assim não fosse, o que diria da sua adolescência?
O desconforto interno surge quando você, na atual idade que se encontra, depois de ter boas e ruins lembranças da sua tão saudosa adolescência, se olha, já barbado ou não e vê um nada. Um abismo debaixo do seu nariz, muitas dificuldades, medos que você não tinha começam a surgir... e por aí em diante. Parabéns você é um adulto. O dissabor maior ao meu ver é quando surge o soberbo(a). Aquele que você tanto estimou e continuou estimando e quando nota, foi esquecido. Ok, "As vezes eu lembro de você e te telefono (pra mostrar que me lembro de você e não te abandonei por você não ter se tornado ninguém melhor que eu na vida)". Experimente depois de adulto, teoricamente esquecido, se tornar alguém nessa vida. Você será procurado por todos que haviam te esquecido ou simplesmente deixaram de te dar créditos. Não, não foi porque não são mais seus amigos. Deve ser um pouco por estarem mal acostumados por só você os procurar e quando você cansa da devoção, é esquecido. Porque se você não apareceu mais, o problema é seu, afinal, quem sumiu foi você... eu não tenho a obrigação de te procurar... e nem eu de ter que ir te ver. Ok. Ficou assim então.
Depois da ausência você entra na concha, se esconde, vive pra você e ninguém nem lembra da sua existência e segue seu rumo, seu prumo, sua vida e descobre quem é o seu melhor amigo nesses momentos. Além Dele, é claro, você encontra diariamente sempre ao seu lado, como se fosse um pote a te dar mais força sempre que preciso... e encontra: o Silêncio! Hoje em dia eu entendo quando diziam: "O silêncio é uma prece". Ele aparece como um grande amigo fiel que estará sempre ao seu lado junto de você. E depois que se da conta disso, você se preenche, cresce e nem lembra mais do que você já passou na sua vida e de como se lembrava até outro dia atrás quando pensava em seus amigos que haviam sumido e que não te procuravam mais,etc. Você segue seu rumo e sua vida volta a brilhar, encontra outros prumos, outros caminhos, supera suas dificuldades, principalmente suas grandes batalhas internas, daí sim, quando olhar ao redor, encontrará à sua frente aqueles que haviam lhe esquecido das suas memórias, querendo tudo aquilo que você tanto quis quando estava na sua dura subida e eles estavam preocupados em te esquecer porque se julgavam em patamares mais elevados em suas sutis soberanias e sempre negarão.
A visão de uma Alma só enxerga quem pode vêr.
A visão de uma Alma só enxerga quem pode vêr.
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