Eu gostaria de combater tudo que me faz mal. Me faz mal no sentido de sentir ruim, e isso é totalmente involuntário,pelo menos da parte minha. Ele vem de fora. Ele que eu não sei nem quem,mas ele pra se entitular de alguém. Incomoda,agride,suavemente... assim como uma leve dor de dente. Uma dor suja e viril numa constancia de perturbações. Mas eis que ele se vai. Sem dar nenhum sinal e eu fico ali,sem saber e esperando o que. Mas ele passa,some,não incomoda mais.Deve ir ao encontro de outro ser.
Eu gosto quando vibra por dentro,no sentir. A alegria que transmite é incomparável. Isso tudo se chama energia,daquelas trazidas pelas pessoas na qual você encontra ou é obrigada a encontrar diariamente. Isso é muito bom! Muitos ficam sumidos,você nem se dá conta,nem se importa,continua vivendo. Mas, quando a vida traz um reencontro,quando isso acontece com a maior naturalidade da vida,como se realmente era pra acontecer,você lembra,sente novamente e percebe a relíquia que Deus está trazendo até você. Aquilo te transforma,te deixa mais solta,mais leve,mais bela,mais natural,aquilo te harmoniza,transborda de dentro de você e mesmo invisível,é visto aos olhos até de quem não vê,olha,mas não enxerga,mas em você é nítido,exala,e é realmente uma beleza da mais pura que possa brotar de dentro de um só ser. Isso se chama química,dos seres que se envolvem e que passam amor um para o outro,talvez nem saibam perceber a magia desse momento,mas ao acordar,vão perceber que algo mudou...podem tentar controlar,tentar esconder de si mesmos,fingirem que não estão sentindo,mas não dá,não há caminhos para fugir...é como se abrisse um perfume invisível e esse perfume,envolvesse,entrelaçasse através de uma deliciosa poção,trazendo uma Aura a mais.O privilégio do Sentir
sábado, 27 de novembro de 2010
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Algumas vezes é melhor não pensar
Pelo percurso,no meio da conversa ela vem com a pergunta que só incomodava à ela e tenta de todos os jeitos entender o porque de certas mulheres,lindas,maduras e na flor dos seus trinta anos não serem casadas. Ah,isso a afligia muito. Enquanto perguntava,se martirizava mentalmente como se soltasse um grito sufocado e muito minuciosamente escutava as respostas das que nem sequer deveriam responder.
Corroía seu cérebro em vê-las tão soltas,alegres e felizes,mesmo sem terem se casado. Tentava entender como conseguiam tal proeza,eram dignas?
Geralmente as respostas eram sempre as mesmas: Porque eu não quis, porque eu não encontrei. Ela porém,aterrorizantemente boçal,intrometida e curiosa ia mais fundo.
Mas porque? Mas você já namorou sério? E porque não deu certo?
A sua vã cabecinha queria de todas as formas achar uma resposta pra que ela conseguisse entender porque ela casou se ela poderia ter uma vida completamente livre,fazer o que ela sempre quis e mesmo assim ser feliz,ao invés de ter feito o que apenas fez,por achar que isso era a única coisa que havia de fazer simplesmente pelo fato de que falaram isso a ela.
O martelo comia seu juízo. Porque ela constituiu uma família,ela tinha que fazer o almoço,a janta,limpar a casa,enquanto as outras...eram livres e mais felizes. Não podia jogar tudo para o alto,afinal,fora ela quem constituiu. A agonia se debatia dentro dela.
As vezes,não parar para refletir,ajuda.
Corroía seu cérebro em vê-las tão soltas,alegres e felizes,mesmo sem terem se casado. Tentava entender como conseguiam tal proeza,eram dignas?
Geralmente as respostas eram sempre as mesmas: Porque eu não quis, porque eu não encontrei. Ela porém,aterrorizantemente boçal,intrometida e curiosa ia mais fundo.
Mas porque? Mas você já namorou sério? E porque não deu certo?
A sua vã cabecinha queria de todas as formas achar uma resposta pra que ela conseguisse entender porque ela casou se ela poderia ter uma vida completamente livre,fazer o que ela sempre quis e mesmo assim ser feliz,ao invés de ter feito o que apenas fez,por achar que isso era a única coisa que havia de fazer simplesmente pelo fato de que falaram isso a ela.
O martelo comia seu juízo. Porque ela constituiu uma família,ela tinha que fazer o almoço,a janta,limpar a casa,enquanto as outras...eram livres e mais felizes. Não podia jogar tudo para o alto,afinal,fora ela quem constituiu. A agonia se debatia dentro dela.
As vezes,não parar para refletir,ajuda.
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