quarta-feira, 14 de julho de 2010
CRUA!
Obrigada por me querer tão bem...mas não vou fazer o que você quer,não sou quem você gostaria que eu fosse e não vou me transformar em alguém que seria melhor pra você....
domingo, 4 de julho de 2010
Contos - Gênero: Romântico
Aquele verão foi o mais quente,o mais caloroso e o mais feliz da vida de Viviana naquela praia. Ela havia ido viajar para uma cidade super charmosa e especial,num lugar mágico onde ela conheceu Bertoldo. Um italiano deslumbrante,naturalmente sensual e um homem doce,caliente,que estremecia com suas estruturas. Bronzeado,com um cabelo meio bagunçado,andava por aquelas areias sem camisa,com uma calça jeans meio surrada, arrancando suspiros das moças de plantão. Não havia quem não olhasse para aquele monumento passando pela rua. Bertoldo não era um homem lindo,com um rostinho bonito.
Bertoldo era sensual,diferente,com muito charme,que era exatamente o que o tornava deslumbrante. Viviana foi a escolhida de Bertoldo porque ela também era uma linda mulher com as mesmas qualidades que ele. Super charmosa e onde passava atraía olhares.
Viviana havia se encantado com ele. Uma coisa de pele e coração,um amor doce,delicioso de se viver,de se sentir,enfim. Viviana transbordava a emoção de seu coração onde quer que fosse só porque estava vivendo essa grande paixão. Ela dizia que parecia que uma força maior a puxava ao encontro de Bertoldo e parecia que a cada vez mais,ela era atraída por ele.
Cada vez mais ele seduzia Viviana. Ela estava tão encantada que chegava ao ponto de não mais saber se aquilo que sentia fazia tão bem ou não à ela. Tudo na sua vida remetia à ele.
Todos os seus dias,os seus pensamentos diários,ao acordar,tudo era Bertoldo.
Viviana estava se perdendo em si mesma devido à essa grande e intensa paixão.
Assim como nada dura para sempre,chega o dia em que Bertoldo tivera de voltar à sua cidade natal e sem o amor de Viviana,pois seu visto de turísta naquele país havia se esgotado.
Bertoldo era sensual,diferente,com muito charme,que era exatamente o que o tornava deslumbrante. Viviana foi a escolhida de Bertoldo porque ela também era uma linda mulher com as mesmas qualidades que ele. Super charmosa e onde passava atraía olhares.
Viviana havia se encantado com ele. Uma coisa de pele e coração,um amor doce,delicioso de se viver,de se sentir,enfim. Viviana transbordava a emoção de seu coração onde quer que fosse só porque estava vivendo essa grande paixão. Ela dizia que parecia que uma força maior a puxava ao encontro de Bertoldo e parecia que a cada vez mais,ela era atraída por ele.
Cada vez mais ele seduzia Viviana. Ela estava tão encantada que chegava ao ponto de não mais saber se aquilo que sentia fazia tão bem ou não à ela. Tudo na sua vida remetia à ele.
Todos os seus dias,os seus pensamentos diários,ao acordar,tudo era Bertoldo.
Viviana estava se perdendo em si mesma devido à essa grande e intensa paixão.
Assim como nada dura para sempre,chega o dia em que Bertoldo tivera de voltar à sua cidade natal e sem o amor de Viviana,pois seu visto de turísta naquele país havia se esgotado.
Conto Literário - Gênero: Tentativa de Terror
Era uma tarde linda de primavera naquela doce e suave cidade turística até de nome suave. Chamava-se Lençóis Claros. Esse era o nome da cidade.
Era famosa por suas belezas naturais,cachoeiras e rios,com muitas flores coloridas,onde atraíam muitos e muitos turístas em seus hotéis,enfim.
Ernesto e sua família estavam lá,resolveram passar o fim de semana. Madleine,sua esposa,americana,não falava muito bem nossa língua,mas se virava,se comunicava.
Passeando pela cidade,pararam naquela tarde para comprar pipoca com o pipoqueiro que estava na calçada com seu carrinho,bem ao lado da ponte e do riacho com suas corredeiras,onde as pessoas podiam parar e olhar melhor todas aquelas paisagens e belezas naturais. O pipoqueiro foi chamado por uma freguesa que avistava bem ali para baixo as belezas naturais. Quando ele estava descendo,passando pela ponte,indo ao seu encontro... caiu rio abaixo pelo buraco formado na ponte devido ao peso do seu carrinho de pipoca.
E ele simplesmente desapareceu. Todos ficaram atônitos,boquiabertos com o que viam e sem saberem o que fazer. Logo em seguida,o Corpo de Bombeiros já estava na água com seus barquinhos para fazerem a varredura do local,"tateando" o rio,em busca do pipoqueiro e seu carrinho...mas nada encontravam!
Não se conformando com o ocorrido,um homem resolveu pular no rio porque ele,assim como todos,não se conformava que numa fração de segundos o pipoqueiro e seu carrinho houvessem desaparecido assim tão de repente! Mergulhou. E eis que ele também nunca mais apareceu.
Um outro homem estranho,parecendo um morador de rua que só observava aquela movimentação ao redor do rio,deu um grito para chamar a atenção de todos e disse:
- " Embaixo dessas águas que vocês vêem,dessa beleza toda que traz todos vocês para essa cidade...mora um mundo de areia movediça! Nenhum que tentou mergulhar nesse rio,voltou. Ela te puxa pra baixo,segura suas pernas e te suga! Todos que tentam ajudar ficam por lá.Ela te engole,se alimenta das pessoas e dos acidentes que acontecem no rio! "
Era famosa por suas belezas naturais,cachoeiras e rios,com muitas flores coloridas,onde atraíam muitos e muitos turístas em seus hotéis,enfim.
Ernesto e sua família estavam lá,resolveram passar o fim de semana. Madleine,sua esposa,americana,não falava muito bem nossa língua,mas se virava,se comunicava.
Passeando pela cidade,pararam naquela tarde para comprar pipoca com o pipoqueiro que estava na calçada com seu carrinho,bem ao lado da ponte e do riacho com suas corredeiras,onde as pessoas podiam parar e olhar melhor todas aquelas paisagens e belezas naturais. O pipoqueiro foi chamado por uma freguesa que avistava bem ali para baixo as belezas naturais. Quando ele estava descendo,passando pela ponte,indo ao seu encontro... caiu rio abaixo pelo buraco formado na ponte devido ao peso do seu carrinho de pipoca.
E ele simplesmente desapareceu. Todos ficaram atônitos,boquiabertos com o que viam e sem saberem o que fazer. Logo em seguida,o Corpo de Bombeiros já estava na água com seus barquinhos para fazerem a varredura do local,"tateando" o rio,em busca do pipoqueiro e seu carrinho...mas nada encontravam!
Não se conformando com o ocorrido,um homem resolveu pular no rio porque ele,assim como todos,não se conformava que numa fração de segundos o pipoqueiro e seu carrinho houvessem desaparecido assim tão de repente! Mergulhou. E eis que ele também nunca mais apareceu.
Um outro homem estranho,parecendo um morador de rua que só observava aquela movimentação ao redor do rio,deu um grito para chamar a atenção de todos e disse:
- " Embaixo dessas águas que vocês vêem,dessa beleza toda que traz todos vocês para essa cidade...mora um mundo de areia movediça! Nenhum que tentou mergulhar nesse rio,voltou. Ela te puxa pra baixo,segura suas pernas e te suga! Todos que tentam ajudar ficam por lá.Ela te engole,se alimenta das pessoas e dos acidentes que acontecem no rio! "
Sinal dos Tempos
Vida cotidiana,rotineira,casual,vivendo,indo...sem saber o porquê,ela vai atropelando tudo e sem saber para onde ir. A cada erro finge que nada aconteceu e continua sua caminhada, indo... a grande bola de neve está bem nas suas costas,pronta para passar por cima de tantos erros e atropelos.
Precisamos respeitar a vida,para que a vida possa seguir e nos respeitar.
Alguns,à favor do baque estrutural. Através de uma informação crua,dura e direta sempre acorda os que estão dormindo. Desperta a consciência. A vida é só essa,não sabemos o depois,não temos como passá-la à limpo. É o tamanho do erro acarretando o tamanho da consequência sem volta. Agora você terá de se acostumar com o que está.
Com o "como ficou".
É preciso ir fundo dentro de você para encontrar consigo mesmo,para encontrar sua verdade interior,seu eu,sua verdadeira consciência. Todos nós temos disponível uma mente muito poderosa que nos leva onde quisermos,basta sabermos trabalhá-la ao nosso favor,à favor sempre da sua própria vida.
Precisamos respeitar a vida,para que a vida possa seguir e nos respeitar.
Alguns,à favor do baque estrutural. Através de uma informação crua,dura e direta sempre acorda os que estão dormindo. Desperta a consciência. A vida é só essa,não sabemos o depois,não temos como passá-la à limpo. É o tamanho do erro acarretando o tamanho da consequência sem volta. Agora você terá de se acostumar com o que está.
Com o "como ficou".
É preciso ir fundo dentro de você para encontrar consigo mesmo,para encontrar sua verdade interior,seu eu,sua verdadeira consciência. Todos nós temos disponível uma mente muito poderosa que nos leva onde quisermos,basta sabermos trabalhá-la ao nosso favor,à favor sempre da sua própria vida.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
A velocidade destrói a nossa capacidade de imaginação
Afinal,ter pressa pra que?Ter pressa de que?Queremos chegar onde com essa pressa toda?Vou me apressar para o que?
Eu,definitivamente não consigo compreender a pressa.
Seria para adiantarmos nossa tão surreal vida?
Seria apressá-la para que tenhamos um término mais rápido?
Enfim,eu não compreendo os que tem pressa.
Vontade de acelerar mais as coisas,fazer ou tentar fazer com que as coisas aconteçam mais rápido ainda?Hoje em dia,já corremos contra o tempo.Pode-se dizer que em 2010 os carros ainda não voam,mas,com certeza,já vivemos um início de um mundo de Matrix.
Mas ainda assim,pressa desnescessária ainda não cabe em meu ser.
Tentando filosofar pela "pressa",algumas pessoas que já tomaram tropeços homéricos,as que já sentiram tantas dores,que sangraram por dentro mesmo,ao ponto de se desiludirem com esta tão fantástica e ilusória vida...essas compreendem que a vida tem seu propósito,seu tempo,seu rumo e que,as vezes,não há nada que possamos fazer para modificar uma situação.Não há nada que possamos fazer para forçarmos uma coisa que não é para acontecer.Não há vaga para que nesses momentos a pressa encontre seu lugar.Os que passam por essas experiências e situações, compreendem mais facilmente que não mudamos ninguém e que a vida,na maioria das vezes,não é do jeito que gostaríamos que ela fosse.As dificuldades pairam no ar,as dificuldades brotam em nossas frentes.Caem como pára-quedas(mas nesse caso o pára-quedas não pode nos ajudar)sobre nossos olhos e quando de frente, precisamos urgente tentar descobrir o que vamos fazer no próximo instante.Talvez devemos fazer aquilo que sentimos,aquilo que achamos que seja o correto,aquilo que nosso coração diz,efim...é aí que entra a coragem.Coragem de arriscar.De acreditar que aquilo que você gostaria que fosse realmente é o que você deve fazer.Eis que aparece agora e novamente,a dificuldade em saber o que você deve fazer nesse exato momento e sem pressa.
Eu,definitivamente não consigo compreender a pressa.
Seria para adiantarmos nossa tão surreal vida?
Seria apressá-la para que tenhamos um término mais rápido?
Enfim,eu não compreendo os que tem pressa.
Vontade de acelerar mais as coisas,fazer ou tentar fazer com que as coisas aconteçam mais rápido ainda?Hoje em dia,já corremos contra o tempo.Pode-se dizer que em 2010 os carros ainda não voam,mas,com certeza,já vivemos um início de um mundo de Matrix.
Mas ainda assim,pressa desnescessária ainda não cabe em meu ser.
Tentando filosofar pela "pressa",algumas pessoas que já tomaram tropeços homéricos,as que já sentiram tantas dores,que sangraram por dentro mesmo,ao ponto de se desiludirem com esta tão fantástica e ilusória vida...essas compreendem que a vida tem seu propósito,seu tempo,seu rumo e que,as vezes,não há nada que possamos fazer para modificar uma situação.Não há nada que possamos fazer para forçarmos uma coisa que não é para acontecer.Não há vaga para que nesses momentos a pressa encontre seu lugar.Os que passam por essas experiências e situações, compreendem mais facilmente que não mudamos ninguém e que a vida,na maioria das vezes,não é do jeito que gostaríamos que ela fosse.As dificuldades pairam no ar,as dificuldades brotam em nossas frentes.Caem como pára-quedas(mas nesse caso o pára-quedas não pode nos ajudar)sobre nossos olhos e quando de frente, precisamos urgente tentar descobrir o que vamos fazer no próximo instante.Talvez devemos fazer aquilo que sentimos,aquilo que achamos que seja o correto,aquilo que nosso coração diz,efim...é aí que entra a coragem.Coragem de arriscar.De acreditar que aquilo que você gostaria que fosse realmente é o que você deve fazer.Eis que aparece agora e novamente,a dificuldade em saber o que você deve fazer nesse exato momento e sem pressa.
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